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Extraído do Blog Universo Informativo, postagem original de 2016.
No Brasil comemora-se em 20 de novembro o Dia da Consciência Negra, essa data foi escolhida, pois em 1695 morreu Zumbi dos Palmares, símbolo de resistência e força contra a escravidão. Esse dia foi agregado ao calendário escolar no Brasileiro em 2003 e faz parte do quadro de datas comemorativas desde então.
A EEEFM "José Teixeira Fialho" escolheu o dia 02 de dezembro para celebrar Zumbi e toda sua perseverança que perpassou pelo tempo e continua vigente nos dias hodiernos. Os professores que compreendem a área de conhecimento de Humanas (História, Geografia e Sociologia) arquitetaram juntamente da equipe docente dos outros campos de atuação a culminância daquilo que foi sequenciado didaticamente acerca da presença do negro no Brasil durante todo o mês de novembro.
Os alunos dos turnos matutino e vespertino prepararam apresentações de dança, paródias, leituras deleite, slides, declamações de poemas e ornamentaram o ambiente escolar de forma que se rememorasse com orgulho o contexto escravocrata.
Durante o evento, no período da tarde, a Unidade de Ensino recebeu a presença da Secretária de Saúde do município de Ecoporanga, a bióloga especializada em Relações Étnico-Raciais Afro-Brasileiras, Cleidiene Freitas de Assis, que ficou emocionada com a realização das atividades dos dicentes do educandário e fomentou reflexões sobre diversidade cultural e os diversos tipos de preconceitos que circundam a sociedade.
Alunos da 3ª série do Ensino Médio apresentaram aos presentes à vida de Nelson Mandela, presidente da África do Sul entre 1994 e 1999; estes mesmo também colocaram em pauta a grande influência dos intelectuais brasileiros na literatura africana, concretização que visa estabelecer o refletir o posicionamento político do leitor, valorizando o conceito de "africanidade".
Também foi organizado um desfile de moda afro e beleza negra, objetivando valorizar a herança cultural estética provinda da África muito pertinente ao guarda-roupa do brasileiro.
Nesse ínterim, foram estimuladas considerações sobre as variações culturais expondo o conceito de miscigenação, valorizando-a no intuito de minimizar preconceitos e minimizações sociais futuras. A comemoração teve seu término com um verdadeiro banquete com quitutes brasileiros auferidos fortemente por negros escravos trazidos da África e que edificaram este país.
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