EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: Festival Cine Black e Ateliê Cultural na Escola José Teixeira Fialho

No dia 31 de outubro de 2024, houve um momento acolhedor e de muito aprendizado para os estudantes da Escola José Teixeira Fialho. Nesse dia aconteceu uma ação da professora Lúcia Carla de Oliveira, da Educação Especial, onde envolveu, não somente os estudantes público alvo da educação especial mas, sim todos os estudantes e professores da escola. 

Trabalhando com tema integrador Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, em sua sequência didática o que era uma simples atividade, tornou-se um momento prazeroso para os estudantes. Esse momento só foi possível devido a parceria, interação e colaboração entre a professora do AEE e as professoras da BNCC que sempre colaboraram. No primeiro momento houve o acolhimento pela professora, onde ele explicou para os estudantes o que iria acontecer naquele dia, em seguida foram direcionados para uma determinada sala de aula onde aconteceu o Festival de cinema negro na escola: Cine Black, uma prática pedagógica disponível no Caderno da Gestão escolar para equidade.

O filme escolhido foi Moana 2, com o objetivo de promover o reconhecimento e valorização da diversidade cultural existentes no Brasil, principalmente a africana e indígena.  Além de proporcionar uma aventura cheia de ação, emoção, comédia e trilha sonora, o filme traz para nós questões importantes como identidade, pertencimento, tradições, protagonismo, além da importância da preservação da natureza. 

Nosso objetivo com essa ação era  evidenciar a importância das tradições, do respeito e da convivência com as diferenças, com foco em promover a educação para as relações étnico-raciais, conscientizando os estudantes sobre a relevância da pluralidade cultural indígena e africana existentes no Brasil, tanto no aspecto cultural, como social e ambiental e também incentiva-los  o protagonismo com determinação, coragem, persistência, empoderamento e ter forças nos momentos adversos no dia-a-dia. 

Tivemos uma roda de conversa sobre todas essas questões e logo em seguida, os educandos foram direcionados á um ambiente onde eles puderam ter a oportunidade de vivenciar uma experiência estética no Ateliê Afro-brasileira e indígena com diversos acessórios artesanais de origem africana e indígena, como: peneiras, esteiras, balaios de palha e bambu confeccionados por artesãos da comunidade, jarros e panelas feitos á mão e diferentes tipos (cores, tamanhos e formatos) de miçangas onde cada estudante confeccionaria seu próprio acessório. Essa ação interdisciplinar e inclusiva proporcionou aos educandos não apenas um ambiente acolhedor e divertido, mas também uma compreensão sobre a importância de integrar diferentes formas de conhecimento, valorizando e respeitando a diversidade cultural presentes no nosso Brasil.

Veja fotos:




Uma matéria por
Lúcia Carla de Oliveira